Santa Luzia protege sprinter Enrique Sanz

In Ciclismo de Estrada by RedaçãoDeixe um comentário

O navarro Enrique Sanz (Euskadi Basque Country-Murias) impôs-se na sétima etapa da Volta a Portugal Santander, uma viagem de 165,5 quilómetros, entre Montalegre e o alto de Santa Luzia, Viana do Castelo. Raúl Alarcón (W52-FC Porto) viveu mais uma jornada tranquila no topo da geral individual.

Numa tirada percorrida a alta velocidade, a subida de três quilómetros em Viana do Castelo não foi palco de qualquer ataque entre os homens que aspiram ao triunfo na Volta, apesar de ter chegado a rodar na frente de corrida um grupo de 23 corredores, no qual Raúl Alarcón só dispunha de um colega, Ricardo Mestre, perante a superioridade numérica dos rivais.

Desse grupo destacaram-se Bruno Silva (Efapel), David Rodrigues (Rádio Popular-Boavista), João Matias (Vito-Feirense-BlackJack) e Danilo Celano (Caja Rural-Seguros RGA). O quarteto ainda sonhou poder discutir a etapa, mas o pelotão acelerou e “matou” a fuga antes da subida de três quilómetros para a meta.

Nas rampas de Santa Luzia a W52-FC Porto contou com o esforço da Ricardo Mestre e de João Rodrigues para colocar um ritmo vivo, que inibou movimentações contrárias aos interesses da equipa.

Entre o grupo de 16 corredores que chegou na frente à meta, assistiu-se um mano a mano de sprinters. Enrique Sanz, bem colocado nas últimas centenas de metros, arrancou no momento certo e venceu folgadamente. Daniel Mestre (Efapel) partiu muito de trás, fez uma progressão rápida, mas não foi além do segundo lugar. O terceiro foi o camisola amarela, Raúl Alarcón.

Nada mudou na geral. Raúl Alarcón continua a dominar, seguido por Joni Brandão (Sporting-Tavira), a 52 segundos, e por Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-Uli), a 1m41s. Alarcón é também o primeiro na classificação da montanha, García de Mateos veste a camisola dos pontos e Xuban Errazkin (Vito-Feirense-BlackJack) é o melhor jovem. O Sporting-Tavira comanda por equipas.

A oitava etapa, marcada para esta sexta-feira, começa em Barcelos e termina em Braga, depois de percorridos 147,6 quilómetros. Nas últimas ocasiões em que a Volta chegou a Braga, com um circuito final semelhante ao deste ano, proporcionaram-se oportunidades para os velocistas. Mas não é certo que o cenário se repita. As duas subidas ao Sameiro, a última a 8,4 quilómetros da meta, podem ser palco para ataques dos candidatos à camisola amarela.

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