Challenge 1000 na senda da credibilização no Rali Vidreiro

In Rally by RedaçãoDeixe um comentário

Pequenos Peugeot e Citroën já são modelos emblemáticos da novel competição Challenge 1000 promovida pela Art of Speed, de Coimbra. No Rali de Santo Tirso todos chegaram ao fim e o triunfo foi parar às mãos de Filipe Leite e José Carlos Silva.

Para sexta-feira e sábado (8 e 9 de Junho), pilotos, navegadores, equipas e Art of Speed viajam, de “malas e bagagens”, para a capital do vidro e fazer parte da grande festa do Rali Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande.

A fiabilidade nunca foi colocada em causa e, a competitividade, gerou uma onda de incerteza até ao fim para ver quem iria somar os primeiros pontos. Os pilotos mostraram estar habilitados para mostrar a raça dos pequenos Peugeot 107 e Citroën C1. Os motores foram aliados de peso na garantia da nota máxima de fiabilidade, com todas as máquinas em confronto a chegarem ao fim.

Para a prova do Clube Automóvel da Marinha Grande, cinco equipas voltam a entrar no asfalto com os índices de confiança em alta. Para já, os amarantinos Filipe Leite e José Carlos Silva têm na vitória registada em Santo Tirso uma almofada de conforto, mas ninguém vai ficar de braços cruzados.

Com o número 139 nas portas do Peugeot 107, Filipe Leite e José Carlos Silva querem asseverar que o triunfo no Norte não foi obra do acaso, pelo que, no Rali Vidreiro, pretendem manter-se firmes no comando do Challenge 1000.

Apesar de não pontuar para o Challenge 1000, dado que tem por missão promover a competição da criação Art of Speed, o gondomarense Filipe Madureira, que faz equipas com Emanuel Gonçalves com o número 138 nas portas do Peugeot 107, é um piloto que não “torce” mas que promete “agitar as águas”.

Esta é, talvez, a prova mais difícil para a jovem dupla Pedro Pereira Jr. e Sandro Trindade. Mais difícil que chover, naturalmente, porque ainda lhe falta saber “dosear” os ímpetos naquela situação. Contudo, os jovens bairradinos efectuaram uma prova quase imácula na estreia absoluta em ralis em Santo Tirso. Também ao volante de um Peugeot 107, desta vez com número 136 estampado nas laterais do pequeno “felino” da marca francesa, Pedro Pereira Jr. e Sandro Trindade confiam no esguio “amarelinho” para levar a bom porto as suas pretensões.

Cada vez mais moldado ao Citroën C1, o lousanense António Joaquim Pereira está disposto a dificultar a tarefa aos seus adversários circunstanciais mas companheiros nesta luta. Perante “armas” iguais, o piloto/professor, que nesta prova terá como navegador o também lousanense Ulisses Martins, em vez do filho Martim Pereira, está consciente que as grandes dificuldades do segundo compromisso passam por enfrentar as especiais bastante técnicas e rápidas, mas está carregado de muito optimismo.

Quem também faz parte do plantel Challenge1000 no Rali Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande é João Batista. Trata-se do promotor da Copa 16 que, ao convite formulado por Frederico Luís Formiga, em nome de Art of Speed, o nortenho acedeu com agrado e terá à sua inteira disposição um Peugeot 107 com o qual fará equipa com Diogo Cupido Costa.

Um excelente exemplo de “fair-play” de duas entidades promotoras dos ralis em Portugal, numa clara e inequívoca alusão de que os troféus, denominados “low cost”, podem desempenhar um papel crucial no panorama nacional.

Dose dupla em S. Pedro de Moel e superespecial nocturna 6.ª feira

A Marinha Grande volta a revestir-se de “quartel-general” do Rali Vidreiro – Centro de Portugal, prova do Clube Automóvel da Marinha Grande que marca o início da fase de asfalto do presente ano do Campeonato Portugal de Ralis e com um figurino de dois dias (sexta-feira, dia 8, e domingo, dia 9).

O rali parte para a estrada na Marinha Grande, às 16h05 desta sexta-feira, iniciando-se a parte competitiva às 17h00, com os 8,64 km da classificativa de S. Pedro de Moel, troço com um novo traçado que se repete às 19h15.

A caravana ruma, depois, à superespecial urbana e nocturna (21h05) com 1,5 km de extensão, desenhada no centro da cidade. O dia termina com a entrada dos carros em Parque Fechado (22h20).

O regresso à estrada faz-se às 8h40 de sábado, para uma secção matinal com uma dupla passagem pelo renovado troço de Pinhal do Rei (12,98 km), às 09h40 e às 12h40, rumando-se depois a norte do distrito, para as igualmente redesenhadas especiais de Mata Mourisca (15,37 km), às 10h45, e Assanha da Paz (10,87 km), às 11h25.

Após o reagrupamento na Marinha Grande, a secção da tarde integra esses mesmos três troços, com a seguinte sequência: Mata Mourisca às 15h50, Assanha da Paz às 15h30 e, a fechar, a terceira passagem por Pinhal do Rei (16h45).

Cumpridos os 110,20 km cronometrados dessas 10 especiais, integrados num percurso total de 461,18 km, a distribuição de prémios faz-se pelas 18h00 junto à praia, em S. Pedro de Moel.

Mais informações em www.challenge1000.pt

 

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