Meu filho joga rugby…. por Vera Carvalhinha

In Escolar - Artigos de Opinião, Rugby by Paddy GreenleafDeixe um comentário

Placagens e afins…

[Mais um artigo na nossa série de textos escritos por pais cujos filhos jogam rugby – o curioso é, ao contrário do futebol, nenhum pai ou mãe dos atletas já jogou rugby. Portanto, para eles, é um mundo novo de descobertas!!]

Ser mãe é um grande desafio, ser mãe de um filho que joga rugby é a continuação do desafio e adesão a um novo vocabulário.

Placagens, melés, ensaios….tudo que eles vão dizendo quando falam dos treinos ou dos jogos que realizam em torneios. 

 

É uma paixão deles, que depressa nos é transmitida e que orgulhosamente os vemos entrar em campo devidamente equipados, orgulhosos das suas chuteiras e cheios de charme com a sua boqueira.

Quando eles nos dizem o desporto que querem praticar, nós mães ficamos ciosas dos nossos meninos e meninas – sim, também há meninas a praticar a modalidade. Essa preocupação advém de uma ideia pré-concebida de que é uma modalidade violenta, em que se agarram uns aos outos para tirararem a bola… nada disso!

Meu filho joga ragueby á 3 anos e nunca sofreu nenhuma lesão, no entanto ganhou em muitos outros aspectos, como espírito de equipa, camaradagem, respeito de regras, competetividade responsável e novos amigos. E quando falo de competitividade responsável, falo do facto de a marcação de ensaios ser mutio importante, mas também caso isso não aconteça não existe pressão exagerada sobre os nossos miúdos, quer pelo treinador, quer pelos pais, como se verifica noutras modalidades desportivas.

No meu caso, a modalidade foi escolhida pelo meu filho após uma experiência na escola. Quando chegou a casa, disse que queria jogar ragueby e a minha atitude foi de espanto, pois a minha ignorâcia desta modalidade era total, nem sabia que se praticava em Viseu, aliás vou confessar, nem mesmo conhecia os originais postes de ragueby [em formato de H!].

Perante este interesse lá fui procurar na internet e tive acesso ao contacto do treinador do Viseu2001. Num sábado de manhã lá foi o rapaz, na altura com 7 anos. No fim daquele treino, a decisão estava tomada. Quero realçar a forma positiva como ele foi recebido, pelo treinador e pelo jogadores [vejam a hitória do Dani da semana passada!], motivando o seu regresso nos treinos seguintes.

Considero por isso ter sido uma boa escolha para a prática de exercicio físico e para a prática de uma modalidade de grupo, tão importante nos dias de hoje, na vida das nossas crianças.

Texto de Vera Carvalhinha

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