Vuelta a Castilla e Léon é a primeira incursão ao estrangeiro da Miranda-Mortágua

In Ciclismo, Ciclismo de Estrada, Modalidades by RedaçãoDeixe um comentário

A equipa Continental UCI Miranda-Mortágua faz esta semana a sua estreia na presente
temporada em provas além-fronteiras. A 34a edição da Vuelta a Castilla e Léon, prova
internacional UCI de categoria 2.1, disputa-se de 25 a 27 de Abril e será o próximo
desafio da equipa.
Este é um dos eventos desportivos mais importantes e atrativos desta região e conta
este ano com uma forte ligação aos Caminhos de Santiago, um ícone no que toca ao
património espanhol. A competição abre com a etapa mais longa, 181 quilómetros irão
ligar Belorado a Castrojeriz, onde pelo caminho ficarão 3 prémios de montanha e duas
metas volantes.
No dia seguinte, os ciclistas terão pela frente 170,3 quilómetros que irão ligar Fromista
a Villada, ambas as cidades localizadas na província de Palência. Esta será em teoria a
etapa mais acessível da competição, apenas com dois prémios de montanha de 3a
categoria, ainda numa fase prematura da etapa.
Para o último dia de competição estão reservados 151,8 quilómetros entre Léon e
Villafranca del Bierzo. Os ciclistas encontrarão um traçado exigente, onde se destaca
uma passagem acima dos 1500 metros de altitude sensivelmente a meio da jornada.
Para esta prova, o diretor desportivo Pedro Silva irá contar com 6 ciclistas à sua
disposição, Daniel Freitas, Hugo Sancho, Sérgio Vega, Gaspar Gonçalves, Ivo Pinheiro
que regressa de lesão e Jesús Nanclares, natural da região de onde se disputa esta prova.
Pedro Silva, na antevisão para esta prova afirma que “esta é uma prova com muita
tradição, mas também de um nível muito alto. Irão ser um pelotão de altíssima
qualidade com a presença de equipas World Tour e Profissionais Continentais, mas
daremos o nosso melhor para dignificar as cores que vestimos. Este tipo de provas são
sempre uma mais valia para os nossos ciclistas ganharem experiência internacional.”
O pelotão vai contar com 18 equipas, oriundas de seis países. Entre os coletivos
convidados há a registar a presença da equipa Movistar do escalão máximo do ciclismo
mundial e oito equipas continentais profissionais.

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